05/09/2018 às 15:34

ATACADISTAS E DISTRIBUIDORES PARTICIPAM DE EVENTO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO.

ASCOM - Fecomércio

Empresários atacadistas e distribuidores do estado participaram nos últimos dias 03 e 04 de setembro do evento promovido pela Federação das Indústrias (FIEA), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio AL) e da Federação da Agricultura (Faeal) para a apresentação das propostas dos principais candidatos (de acordo com as pesquisas) ao Governo do Estado.

O primeiro a apresentar suas propostas foi o Senador Fernando Collor que destacou a situação da iniciativa privada que se encontra num ambiente de insegurança e é dever do governo estreitar o diálogo com o setor produtivo. “Tabular entendimento com empresários e instituições financeiras, nacionais e internacionais, para estimular a industrialização a fim de gerar empregos. Dar à iniciativa privada condições de se estabelecer e de avançar sem que seja imposta uma carga tributária adicional à nacional. A carga tributária estadual é inacreditável e é o mesmo que dizer: não venha investir aqui”, disse.

Caso eleito, Collor pretende estabelecer parcerias com o Sistema S, a exemplo do que ocorreu quando presidente da República, período que desenvolveu os CIACs (Centros Integrados de Assistência à Criança), nos quais o ensino era integrado e, além da instrução normal, contava atividades complementares, inclusive, de arte e ofícios a partir do convênio com o Sistema S, assim como as mães tinham aulas de corte e costura e cabelereiro. Nesse contexto, criticou os baixos níveis de escolaridade e qualidade de ensino público, o que acaba por prejudicar o prepara da mão de obra para o mercado.

No dia 04, foi a vez do Governador Renan Filho expor suas ideias. Em relação ao comércio, o presidente do Sincadeal, Valdomiro Feitosa, questionou como Renan Filho pode estabelecer uma política tributária que estimule o crescimento econômico. Segundo o candidato à reeleição, o resultado fiscal do Estado não é produto de um tratamento diferente tributário às empresas, ao contrários dos outros estados. “Tudo que fizemos aqui, os outros estados fizeram. Houve aumento do Fecoep, mas os outros estados aumentaram de 17%, o ICMS geral, para 18%. Eu não quis aumentar o ICMS porque vai para o bolo geral”, afirmou.

De acordo com ele, o atual governo colocou o Fecoep no recurso porque se transforma em investimento. Assim, o recurso não pode ser utilizado para pagar folha, comprar combustível, entre outros. Ele explicou que o Fecoep está se transformando na rede Acolhe Alagoas (que acolhe dependentes químicos de famílias carentes), programa do leite, entre outros investimentos. “O Fecoep está se transformando no maior volume de construção e investimento em saúde pública. E isso aumentou a capacidade de investimento do Estado. Agora qual é o modelo quando o Brasil voltar a crescer? Estimular a iniciativa privada”, explicou.

Na oportunidade, Renan afirmou ainda que Alagoas não tem carga tributária diferente de outros estados. De acordo com ele, o que permite Alagoas ter investimento hoje é a contenção de despesa. Ele disse que com esse déficit afasta o investimento público e tira a confiança do setor privado e ressaltou que o Estado está conectado com as tendências necessárias.

Sobre os três anos e oito meses de administração, Renan Filho lembrou que em determinados momentos ficou difícil até pagar fornecedores e os servidores. Ele disse que no passado não havia transparência por parte do Governo do Estado. Alagoas ocupava a colocação em 25º lugar no ranking dos estados transparentes. Hoje, é o 1º estado nesse quesito.

Sobre o Sindicato

Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas

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